Os livros que devemos ler

Abaixo um post recente do blog Novo em Folha (indicado pelo Marcelo Fabri) com uma lista de livros que eles (jornalistas) costumam ler e que nós também deveríamos.

Os livros que a gente lê (dos comentaristas do Novo em Folha)
1984“, de George Orwell

A arte de escrever bem“, da Dad Squarisi e da Arlete Salvador: “Com uma pitada de humor elas conseguem ensinar coisas muito interessantes sobre a Língua Portuguersa. Para quem trabalha com o texto é “uma mão na roda” “.

A arte de fazer um jornal diário“, Ricardo Noblat: “Estou terminando de ler e estou adorando, é um texto leve e bem humorado, uma defesa empenhada do jornalismo responsável”.

A Arte da Reportagem“, coletânea de Igor Fuser repleta de textos lendários como A Milésima Segunda Noite na Avenida Paulista, do Joel Silveira, e Batata, o corintiano suicida do Caco Barcellos(para aqueles jovens que acham que o Caco é aquele cara do Profissão Repórter, é uma boa história para ver seu texto impresso).

A Ditadura Envergonhada“, “A Ditadura Escancarada“, “A Ditadura Derrotada” e “A Ditadura Encurralda“, de Elio Gaspari.

A Era dos Extremos“, “A Era das Revoluções” e “A Era dos Impérios“, de Eric J. Hobsbawm, porque todo bom jornalista deve entender história. Por isso recomendo os livros.
A Era dos Extremos“, do Eric Hobsbawm – dá uma boa visão de conjunto do que foi um dos séculos mais conturbados da história da humanidade.

A História Verdadeira“, de Michael Finkel.

A Luta”, de Norman Mailer, e “Filme“, de Lilian Ross: “Reforçaram minha vontade de ser repórter”.

A mulher do próximo“, de Gay Talese: “É um ótimo exemplo de jornalismo investigativo com viés literário”.

A Regra do Jogo“, de Claudio Abramo.
“A Regra do Jogo”, de Claudio Abramo (só de falar me dá vontade de reler porque certamente vou pegar coisas
que me passaram despercebidos na época da faculdade). O Cláudio é fantástico, dizia coisas superinteligentes e dava dicas como ler jornais estrangeiros ótimas.

A sangue frio“, de Truman Capote: “É essencial para quem está na área. É uma narrativa fabulosa e mostra como a imparcialidade e até mesmo a ética são fatores importantíssimos para o dia-a-dia de um jornalista ou comunicador em geral”.
“In Cold Blood”, do Truman Capote. Acho que todos nós temos que ler este livro não só por ser do Capote, mas por já ter se tornando um clássico do jornalismo e da literatura. Só para lembrar: o Capote ganhou um Pulitzer.

Abusado” – Caco Barcelos: “Indico porque é um ótimo exemplo de apuração jornalística e, além de tudo, com ótimas histórias. O livro é envolvente e ótimo para quem se interessa por jornalismo investigativo”.
“Abusado” e “Rota 66“, de Caco Barcelos: “Os dois são trabalhos de muito fôlego, têm uma pesquisa intensa, o repórter se arriscou, foi corajoso e teimoso, focalizam problemas que existem hoje, ele conta um pouco de como produziu os trabalhos e quais as dificuldades e me ajudaram a quebrar alguns estereótipos”.

All the President’s Men“, de Woodward e Bernstein – vale não por uma aula, mas por um ano de aulas; prefira em inglês, porque custa R$ 25 e a edição brasileira de 1976 é mal-traduzida.

As ilusões perdidas” – Honoré de Balzac: “O livro é ácido e muito, muito pessimista sobre os jornalistas. Mas faz pensar sobre ética e sobre o nosso papel na sociedade. É um relato ficcional cortante de como o jornalismo pode ser usado apenas como instrumento de “ascensão” social. E é muito atual, embora do séc XIX”.

As recordações do escrivão Isaías Caminha“, de Lima Barreto: “Achei muito, muito bom. Impressionante ver como há coisas que não mudam mesmo um século depois…”.

Blackwater” – Jeremy Scahill

Cabeça de Turco“, do Günter Wallraff, excelente trabalho jornalístico sobre a situação dos turcos na Alemanha.

Cara, cadê o meu país“, do Michael Moore – Esse é o inverso. Leia e aprenda como NÃO se deve fazer jornalismo. O livro é tendencioso e Moore usa informações absurdas para vender sua tese.

Cem anos de solidão“, de Gabriel Garcia Márquez: “Também é outro exemplo de narrativa bem construida”.

Chatô – O Rei do Brasil“, Fernando Moraes: biografia de Assis Chateaubriand. Mostra a trajetória do empresário, e também jornalista, que conseguiu influenciar, através de seus veículos de comunicação, decisões políticas do Brasil.
“Chatô”, do Fernando Morais: “Acho importante por contar a história de um cara que “inspirou” R. Marinho [ironia! ehehe] e um pouco da história do jornal, TV, etc, no Brasil”.
“Chatô, o rei do Brasil” – Fernando Morais: “Por intermédio da biografia de Assis Chateaubriand, que foi dono dos Diários Associados, conta-se parte da história do jornalismo no Brasil e de seus bastidores”.

Chico Mendes: Crime e Castigo” – Zuenir Ventura: “É uma aula de reportagem, de texto narrativo, de perfil. E uma mistura equilibrada disso tudo. Zuenir levantou dados “in loco” e explorou muito bem as contradições de todos os “personagens”, Chico Mendes incluído (como a Ana disse no blog, perfil tem que ser crítico). É delicioso ler, daqueles de devorar num golpe só”.

Coleção de jornalismo literário da Cia das Letras: “Ótimas reportagens dos mestres no assunto”.

Conexão Manhattan“, de Lucas Mendes: “Uma das leituras mais agradáveis que tive até hoje. É aquele livro ideal para a cabeceira. Histórias suas como correspondente em Nova York nos Estados Unidos, contadas de uma forma muito bem humorada”.

Covil de Ladrões” (Den of Thieves), de James Stewart: “Escrito no final da década de 80 por Stewart que foi editor do Wall Street Journal e cobriu para o jornal os escândalos de tráfico de informações e manipulação de ações nos EUA. Vale a pena jornalistas brasileiros lerem, pois, além da história ser muito interessante, acredito que cobrimos muito pouco os crimes que ocorrem no mercado de capitais brasileiro”.

Crônicas da Guerra na Itália” (às vezes se acha em sebo com o título original, “Com a FEB na Itália”), do Rubem Braga. Reportagens sobre a atuação dos pracinhas brasileiros na 2ª Guerra. Ensina a conjugar lirismo e indignação, e mostra a diferença que faz colocar o foco nas pequenas coisas e nas pessoas comuns.

Dentro da Floresta“, de David Remnick: “Do editor da New Yorker, também é uma senhora aula”.
“Dentro da Floresta”, de David Remnick: “Tem ótimos perfis”.

Do diálogo e do dialógico“, de Martin Buber, publicado pela Editora Perspectiva: “Há que ser lido,pausadamente, o capítulo “O Silêncio que é Comunicação”, página 35, onde está registrada a frase: ” a linguagem pode renunciar a toda medição de sentidos e ainda assim é linguagem”.”.

Do golpe ao Planalto – Uma vida de repórter“, do Ricardo Kotscho: “As mil coberturas nacionais e internacionais do repórter compõem um quadro bastante realista sobre os desafios da profissão e sobre os bastidores das principais redações de jornais do Brasil. São 40 anos de história do país narrados de um ponto de vista privilegiado, como o movimento da Diretas Já. Também interessante conhecer os bastidores da formação do PT e o relato de Kotscho sobre a transição para o cargo de assessor de imprensa do governo Lula”.

Ébano, minha vida na África“, do Ryszard Kapuscinski – para quem quer cobrir jornalismo internacional esse livro é bárbaro. Traz uma visão do cotidiano dos africanos que, embora vítimas da miséria e dos constantes conflitos, viajam, trabalham, brincam, namoram, casam. É bom para desmistificar, afinal em conflitos também há vida.

Eles mudaram a imprensa – depoimentos ao CPDOC”, organizado pela Alzira Alves de Abreu: “Reúne depoimentos (em forma de entrevista) de seis jornalistas importantes para a história da imprensa brasileira,como Alberto Dines,Mino Carta,Otavio Frias Filho… Vale a pena ler!”.

Ensaio sobre a cegueira“, “Ensaio sobre a lucidez” e “As intermitências da morte“, de José Saramago; “Lolita“, de Vladimir Nabokov; “Maus: a história de um sobrevivente”, de Art Spiegelman; “O carteiro e o poeta“, de Antonio Skármeta”; “O Diabo veste Prada“, de Lauren Weisberger (e não vale o filme!!!); “A menina sem estrela“, de Nelson Rodrigues: “Por pura preferência, mesmo”.

“Entrevistas de Playboy”, vários autores – Não me lembro o nome exato do livro, mas sei que são várias entrevistas dos anos 80, publicadas na Playboy, inclusive da Xuxa, que na época namorava o Pelé, e da Vera Fisher, que estava começando a carreira. É bom para quem quer construir pingue-pongue.

Freakonomics“, de Levitt e Dubner – demonstra de um jeito bem-sacado o que eu disse sobre o anterior.

Furacão Elis“, da Regina Echeverria – A trajetória de Elis por si só já é uma bela justificativa. Mas o bom desse livro é o texto. Rápido e conciso, a narrativa de Regina amarra perfeitamente as informações. Parece um grito de Elis de tão rápido e gostoso!

Grande Sertão: Veredas“. Uma aula de literatura e estilo. Além de mostrar um mundo diferente do nosso sudeste “centro do Brasil”.

Hiroshima“, de John Hershey: “Grande reportagem, publicada originalmente na The New Yorker. Consegue reconstruir maravilhosamente bem um acontecimento a parir de 6 perfis.

Introdução à Análise Econômica“, de Paul Samuelson – esse é pedreira, mas vale cada minuto gasto; é importante até pra quem não quer saber de cobrir economia, porque a economia permeia tudo.

Jornalismo de revista“, Marília Scalzo – Para quem gosta de revista é um prato cheio. Tem dicas sérias de quem realmente viveu e transpirou revista. A história de transformação da Capricho, publicação teen, é uma bela aula.

Manifesto do partido comunista“, de Karl Marx: “Também aponto como um outro texto a ser apreciado, não pela ideologia, mas por sua linguagem analítica, seu valor histórico e pela metódica maneira do autor de ver a sociedade que o cercava”.

McMafia” – Misha Glenny

Memórias Póstumas de Brás Cubas” e “Dom Casmurro“, de Machado de Assis: “Em minha opinião, nunca um escritor conseguiu captar tão bem a totalidade/complexidade do ser humano e repassar em seus escritos de maneira inteligível como ele”.
“Memórias Póstumas de Brás Cubas”: “Porque não existe narrativa melhor que a de Machado”.
“Memórias Póstumas de Brás Cubas”. de Machado de Assis: “Boa literatura faz bem a todo mundo”.

Meu coração desnudado“, de Charles Baudelaire, da Editora Nova Fronteira, além de todos os livros do autor.

Minha Razão de Viver“, de Samuel Wainer: “O livro é a autobiografia de Wainer, que foi o fundador do jornal “Última Hora” do Rio de Janeiro. Vale a pena investir nesta leitura!”.
“Minha Razão de Viver – Memórias de um Repórter”: autobiografia do jornalista Samuel Wainer que coloca a sua profissão em primeiro lugar.
“Minha razão de viver”, de Samuel Wainer: “Acho que esta é uma das narrativas que me envolveu mais até hoje. Lembro que quando li esse livro (lá pelos meus 17, 18 anos), não conseguia parar. A obra me ajudou a compreender o que alguns professores tentavam passar aos seus alunos, o que é a “paixão pelo jornalismo” “.
“Minha Razão de Viver”, do Samuel Wainer. O Wainer tinha muitos críticos, mas a paixão dele pelo jornalismo era impressionante e, de certa forma,contagiante também. Mas todas as histórias dos bastidores do poder, de
como ele montava e desmontava um jornal, das pessoas que ele chamava para trabalhar me fez ficar na dúvida: ou criar um jornal é muito fácil ou ele realmente era O cara da época, porque ele descreve o começo do jornal Ultima Hora de uma maneira tão simples…”

Minhas histórias dos outros“, de Zueni ventura: “É bem recente e traz os bastidores de suas reportagens ao longo de mais de 50 anos”.

Notícia de um Sequestro“, de Gabriel Garcia Marquez

Notícias do Planalto“, do Mario Sergio Conti: “Essencial para ver os bastidores do escândalo Collor, a cobertura da mídia, entre outras coisas da área. Leitura muito bacana”.

O Anjo Pornográfico“, de Ruy Castro: “Além de ser uma biografia bem escrita sobre uma vida nteressantissima quanto a do Nelson Rodrigues, o livro do Ruy Castro fala muito de boas histórias do jornalismo, de como era naquela época, de como foi evoluindo…”

O anjo torto: a esquerda e a direita no Brasil“, de Emir Sader: “Além de possuir ricos aspectos históricos, a obra ajuda o leitor a compreender a atual conjuntura econômica, política e social. Em outras palavras, “por que as coisas são como são?” “.

O Elogio da Loucura“, de Erasmo de Roterdam, da L&PM.

Como sou fotógrafo e trabalho com isso, minha indicação é o quadrinho “O Fotógrafo” (88 págs., formato 23 x 30 cm, R$ 46,00/ Didier Lefèvre, fotografias, Emmanuel Guibert, roteiro e ilustrações, e Frédéric Lemercier, diagramação e cores) da Editora Conrad. Me parece tão essencial para o repórter-fotógrafico quanto (quase tudo de) Gay Talese o é para um repórter de texto. Se não, no mínimo, é interessante. Afora as sacadas de linguagem, sendo a mais óbvia a de complementar o roteiro de uma história em quadrinhos com fotografias, conta muito bem a saga de um fotógrafo trabalhando em uma área de risco. Didier Lefévre, que morreu no início do ano, não era um jornalista per se, mas, ao unir-se à organização Médicos Sem Fronteiras acabou tornando-se um repórter-fotográfico. O livro foi considerado álbum essencial no Festival Internacional de Quadrinhos de Angoulême.

O Homem que Confundiu sua Mulher com um Chapéu“, de Oliver Sacks: “Abre um pouco os horizontes do que é comunicação”.

O Livro Amarelo do Terminal“, livro-reportagem surgido a partir do trabalho de conclusão de curso da Vanessa Bárbara na Cásper Líbero, sobre a rodoviária do Tietê. Excelente leitura, que ganhou merecidamente o Prêmio Jabuti e resgata os melhores momentos das reportagens literárias.

O Olho da Rua” da Eliane Brum – Ed. Globo

O Imperador“, do Ryszard Kapuscinski – Cada capitulo é uma aspas. Ou seja, toda a história do livro (que fala sobre o imperador da Etiópia Hailé Salassié) é construída a partir de depoimentos, há pouca ou quase nenhuma narrativa do jornalista. Excelente para quem quer construir depoimentos.
“O Imperador”, de Ryszard Kapuscinski e “O Abusado”, de Caco Barcellos: “São ótimos exemplos de sensibilidade jornalística. Ambos suscitam reflexão sobre um tema caro ao jornalista: o relacionamento com a fonte de informação”.

O papel do jornal“, de Alberto Dines: “Livro antigo, mas atual. Discute como o jornal deve manter sua qualidade, mesmo em um contexto de crise financeira do veículo”.

O que é jornalismo“, de Clóvis Rossi (Coleção Primeiros Passos, da Brasiliense): “Rossi é referência profissional para jornalistas qualificados.Esse livrinho(pequeno só no tamanho) deve ser leitura obrigatória para quem pretende ser ou já é um profissional da imprensa”.

O que é Jornalismo” de Ricardo Noblat, tão legal quanto “A arte de fazer um jornal diário”.

Os Eleitos“, do Tom Wolfe: “Para quem quiser saber um pouco sobre o estilo do jornalismo-literário. Dá vontade de se escrever só assim. O cara é mestre!”.

Os Irmãos Karamázov“, de Dostoievsky: “Por nenhum motivo específico, a não ser cada uma das mais de 700 páginas!”.

“”O Pai Dos Burros – Dicionário De Lugares-Comuns E Frases Feitas” do Humberto Werneck

Os Sertões“, do Euclides da Cunha. Demonstra o que é um repórter ir fundo ao assunto (no caso, Canudos). A leitura às vezes é árida, mas pelo menos vc vai rir depois, quando ouvir alguém dizendo que Capote, Talese ou Lilian Ross foram pioneiros em livro-reportagem.

O Vulto das Torres” – Lawrence Wright

Philosophical issues in journalism” – Elliot D. Cohen

Precision Journalism“, do Philip Meyer – li quando era muito verde, e virou de cabeça pra baixo o conceito de jornalismo que eu aprendia na faculdade.

Preconceito lingüístico: o que é, como se faz“, do Marcos Bagno. Bem fácil de ler. O tom talvez seja excessivamente aguerrido, mas é uma boa introdução para o jornalista que acha que o português está se deteriorando, ou que o mais moderno que se faz nos estudos da língua é ensinar regras a partir de letras de música.

“Promessas do Genoma“, de Marcelo Leite: “Uma análise do oba-oba jornalístico sobre as maravilhas da biologia molecular (comprando o discurso ufanista de setores científicos)”.

Rota 66“, de Caco Barcelos: “descreve toda a sua reportagem, a obstinação em descobrir e se aprofundar no assunto, as informações que ele levantou e fizeram toda a diferença no texto… e que todos nós devemos todos os dias tentar fazer um pouco..”

The Buying of the President 2004“, de Charles Lewis – a maior e mais completa reportagem política que eu já li.

The Kingdom and the Power“, Gay Talese: ” Não preciso dizer mais nada só pelo nome do autor né? Além de ser incrivelmente habilidoso com as palavras, o Talese é um repórter de primeira. Li este livro por indicação da Renata Lo Prete, que foi minha professora na Cásper Líbero. Na época, peguei a tradução O Reino e o Poder da Companhia das Letras. Mas a própria Renata indicou para aqueles que podiam ler no original. Quando fui para os EEUU não tive dúvidas e comprei. Faz tempo que li, mas lembro como exemplo a riqueza de detalhes do capítulo que descrevia o editor de obtuários do New York Times. A história de um dos maiores jornais do mundo é outro a mais para ler no texto.

Vultos da República“, coletânea dos perfis políticos publicados na revista piauí, novo livro da coleção jornalismo literário. Em época de eleição é leitura obrigatória

Quem quiser indicar mais livros basta utilizar os comentários abaixo!


3 respostas para “Os livros que devemos ler

  • Marcelo Fabri

    Eu adorei a lista. Não é a primeira que vejo e que seja destinada a jornalistas. Neste momento leio “A regra do jogo” de Claúdio Abramo. Vi que o livro estava em casa dando sopa e comecei a ler. Li alguns clássicos de literatura da lista e quero ler o pessoal do new jornalism, Capote, Talese e afins. Mas tem um doidao que nunca aparece nestas listas: Hunter Thompson com “med e delírios em Las Vegas”.
    Abração
    Marcelo

  • Raquel Freire

    Li uns 5 ou 6… quando tiver tempo, vou ler mais!

  • Raquel

    Uma boa indicação é o livro Diário de repórter- 50 anos sem medo, do Flavio Alcaraz Gomes. Conta de forma irreverente e bem dinâmica as peripécias do autor como repórter que marcou a imprensa gaúcha e nacional.

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